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Trajetória

Uma trajetória
entre continentes

Há mais de três décadas, Filippo Garrone desenvolve uma pesquisa artística que atravessa pintura, instalação, performance, cenografia e arte sonora, construindo uma trajetória entre Europa, Oriente Médio e América do Sul.

35+ anos de trajetória
20+ exposições individuais
5 países
3 continentes
1993 Veneza, Itália

Cenografia para três balés

Piazza San Marco: A Bela Adormecida, Ravel Virski e Don Quixote.

Itália
1997 Dublin, Irlanda

Museu Irlandês de Arte Moderna

Exposição individual no Irish Museum of Modern Art.

Irlanda
2000 Gênova, Itália

"Eu Sou o Infinito"

Studio Ghiglione — texto de Viana Conti.

Itália
2000 Gibellina, Itália

"Duetti"

Fundação Orestiadi — curadoria Achille Bonito Oliva.

Itália
2001 Gênova, Itália

"BIG MAC… remix"

Instalação musical no Museu de Arte Contemporânea Villa Croce, em colaboração com o Teatro del Suono.

Itália
2008 Campomorone, Itália

"Neonirico"

Museu de Arte Contemporânea de Campomorone — curadoria Luca Beatrice.

Itália
2008 Gênova, Itália

"Um, nenhum e cem mil"

Festival della Scienza — instalação interativa, música de Andrea Liberovici.

Itália
2012 Gênova, Itália

Bienal de Veneza — mostra ligústica

Palazzo della Meridiana — curadoria Vittorio Sgarbi.

Itália
2014 Aracaju, Brasil

"Somos Multidimensionais"

Galeria Zé de Dome — primeira exposição no Brasil.

Brasil
2020 Paris, França

"Eu Sou Outro Você"

Galerie Sultana.

França
2023 Gênova, Itália

"Acordando que Estamos Sonhando"

Museo di Palazzo Ducale.

Itália
2026 Aracaju, Brasil

Museu Luiz Antonio Barreto

Centro Cultural de Aracaju — obras 2007–2026.

Brasil

"Entre Itália e Brasil, natureza e contemplação, arte e experiência."

Filippo Garrone